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Anotação sobre a vida adulta

Postado em terça-feira, 20 de setembro de 2016

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Quando alguém se torna uma figura pública com um potencial sócio-cultural alto, ele é requisitado para ser colunista em diversos meios de comunicação (sites, revistas, jornais ou programas de televisão). Aí vem a pior parte da carreira: quais meios de comunicação aceitar e de quais instituições aceitar sabendo que terá que criar conteúdo para cada uma delas (além de lidar com a cultura e fama de cada instituição que te oferece um espaço), além do que já fazes. A parte menos pior é que, se você tem um livro teórico (ou mesmo prático) sobre algo, podes usá-lo a seu favor extraindo parte do seu livro e/ou editando-o para se adequar ao contexto que quer e ainda o propagará para novos leitores.

[ FIM DA ANOTAÇÃO ]

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E se as nuvens brincassem de te olhar, que forma você teria?

Postado em sábado, 28 de fevereiro de 2015

Não lembro a data. Dizem que os melhores momentos são aqueles que não planejamos, que ocorrem ao acaso. Não foi ontem nem hoje, mas foi um daqueles momentos que não queremos que morra, não queremos que o vento leve ou que a memória dê lugar a outra informação.

Imagem: Nuvem diz 'Aquele ali tem forma de um babaca' e a outra diz 'verdade'

Creio eu que era um daqueles dias de eventos regionais como encontro de carros antigos num final de semana ou ainda algum evento religioso. Havia sol, um céu azul ao fundo e nuvens e por sorte eu encontrei uma sombra que me permitia ter acesso visual a parte do céu, se bem que na cidade em que moro, a natureza ainda é algo simples de se ver em muitos bairros.

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Sobre homens com broches no paletó

Postado em quarta-feira, 18 de junho de 2014

 Quando me falaram da existência do Rotary Club em minha cidade, eu fiquei com medo. Achei que era alguma coisa parecida com as que eu via nos filmes onde uma instituição que não conhecemos se junta ao governo ou chega a cidade sem mais nem menos e começa a colocar seus planos malignos em jogo. Depois do medo, veio aquela sensação pior ainda, que eu nem sei escrever, e foi quando eu vi uma foto no jornal regional de um senhor com muitos broches e símbolos perto da gravata do paletó azul marinho.

Comecei a lembrar que broches de aço, ferro ou qualquer coisa espetada em um terno ou paletó me lembrava filmes de guerras e honrarias nacionais como Rambo, Operação Valquíria, Ato de coragem entre tantos outros e o desfecho não era sempre muito bom.

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Como lidar com pessoas que pedem dinheiro?

Postado em sábado, 15 de junho de 2013

E quando você está indo para a casa ou está no terminal rodoviário da sua cidade e aparece uma pessoa pedindo dinheiro? Você oferece algumas moedas para esta pessoa? Ninguém quer ser visto como 'mão de vaca' ou como 'aquele que não vai pro céu' certo?
Mas e quando no outro dia essa mesma pessoa vem e lhe pede mais dinheiro, desta vez com uma desculpa esfarrapada? Aí a coisa muda. Bem, foi mais ou menos assim que o fato ocorreu e eu gravei esse vídeo. Em resumo ele é uma solução para acabar de vez com essas pessoas chatas que todos os dias só pedem dinheiro pra você e devem estar mais ricas do que nós.


Se você gostou do vídeo, compartilhe, comente aqui e lá e claro, coloque em prática, afinal a base da ideia é acabar de vez com ela.

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O que cada coisa representa ou significa

Postado em sábado, 11 de maio de 2013

Não me acho na idade de oferecer concelhos a ninguém, nem mesmo o de concretizar opiniões sobre algo que possivelmente vai além das minhas experiências de vida. Acho que viver e aprender com ela é o processo natural pra nos fazer opinar sobre algo e claro, poder repassar isso a terceiros.


Ainda assim, talvez pelos poucos livros que tenho lido até aqui, eu saiba dialogar um pouco mais e quem sabe eu também saiba como confundir a mente de algumas pessoas. Nem preciso dizer que para acreditar em um jovem basta ser outro jovem, então passei a conversar com uma amiga do fundão, a Magna. O nome lá no começo de nossa amizade sempre me pareceu um pouco relacionado com o desenho Pokémon, e posso dizer que ela evoluiu (como faz o Pokémon) mas para melhor ao longo do tempo que a conheço. Hoje ela escreveu parte de uma música de RAP em seu caderno. Não gosto de ouvir rap então não sei das letras, mas para a minha sorte, desde o ano passado a panelinha do fundão na lateral da sala (menos nobre) é fornada por pessoas do rap e grafiteiros, e o mais legal, são ‘gente boa’. Aprendi com eles que o rap é mais do que uma batida, um som agudo, mas se bem selecionado torna-se um valioso instrumento cultural. Na verdade, como todos os trabalhos de vários gêneros, o rap é mais um dos que tem pessoas que se dedicam pelo trabalho e outros oportunistas. Enfim, descobri que há uma história bem legal sobre alguns cantores e algumas músicas, diferente do Funk que não há uma história da música, mas há uma história de músicas e agora com a cultura do Funk carioca, há também do que se lembrar sobre cantores e suas letras.

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O surto que o rádio não guardava

Postado em quinta-feira, 18 de abril de 2013

Foi em um local escuro e húmido que ouvi a primeira canção. Não durou muito tempo como as vezes nos mostra a televisão ou os filmes mas tenho certeza que vinha da melhor voz que eu podia sentir: era minha mãe cantando alguns poucos segundos da sua música favorita quando eu ainda estava para nascer.

Acho que depois deste dia o som das muitas vozes que ouvi até hoje só fizeram me distanciar daquele momento mais isso não significa que passei a gostar menos de músicas, acho que eu apenas fui me adaptando às opções sonoras que o mundo me ofereceu e ainda me oferece. Foi então que ontem mesmo peguei um rádio que encontrei guardado nas coisas de minha mãe e ‘instalei’ no meu quarto. Ele ainda toca fita e rádio AM – FM e tem as saídas para a caixa de som com os fios antigos, o que ajuda muito na expansão do fio (os fios atuais são repletos de minúsculos fios menores e ramificados, estes antigos só tinham dois) e pronto, agora além do notebook para ouvir música, posso fazer tudo à moda antiga.

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Cantando ao Mundo

Postado em terça-feira, 7 de outubro de 2008

O mundo onde eu vivo não é o melhor, principalmente meu país. Acho que é por isto que o mundo
da escola não era assim tão ruim, tirando as comemorações dançantes. Eu aprendi o Hino Nacional, depois o da minha cidade e cantei algumas vezes o hino à bandeira que começa assim “Salve, lindo pendão da esperança, Salve, símbolo augusto da paz!...”, este com certeza me dava certa alegria, visto que poucas crianças conseguiam cantá-lo, e cá entre nós, o pessoal só cantava o Hino Nacional por que era [meio que] obrigatório cantá-lo, se não levava bilhete, e isto era o terror de qualquer aluno. Já o hino da minha cidade é bonito, mas a letra não ajuda muito, eu o cantava, pois como diz o ditado “quem está na chuva deve se molhar”, e eu era um dos poucos que sabia dois ou mais hinos.

Havia uma espécie de ‘gaiola’ colorida na escola, era um prédio de ferro (que costumava frequentar sempre no recreio), e quando a felicidade era muita, me sentia livre, como no hino da liberdade, para cantá-lo no lugar mais auto da escola (que eu podia chegar) e lá ficava eu com minha voz infantil (fina eu diria) que se fazia ouvir nas planícies e planaltos que ao lado se encontravam.

O mundo que eu mais gostava era o mundo em que eu fazia parte da liga da justiça. Sim, eu lutei ao lado de Superman, lanterna verde e o melhor e o mais herói, Batman. Neste mundo eu usava os vários carros que eles me emprestavam, podia voar quando queria e ainda tinha um poder parecido com a vampira do X-mem.

No fim, o mundo real tomou conta dos outros mundos e agora é necessário a NASA crie um foguete bem forte e potente para eu chegar até aqueles mundos novamente.

Foto: Shutterstock

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O gibi do Superman

Postado em quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Sempre gostei de ler e de escrever. Mais de escrever do que de ler. A leitura era para mim uma conversa que nem sempre eu entendia (ainda bem que hoje sou eu que escolho a dedo com quem conversar...). Uma vez fiquei duas horas com Monteiro Lobato e confesso não entender muita coisa do que ele falou.

Acontece que certo dia meu irmão chega com um gibi do Superman (Edição de colecionador) e naquela época, acredito que não só eu como muitos outros gostavam de super-heróis (bem, eu ainda gosto...). Em poucos dias ele terminou de ler e ofereceu a mim, para treinar minha leitura e saber mais sobre o desenho.

Quando abri o gibi, fiquei impressionado com tantas cores, tanta realidade, eu mal sabia se lia ou se observava as gravuras. Analisei como um historiador o gibi, depois o senti como um cego que vai apalpando parte por parte, folha por folha e o fitei por alguns segundos antes de me dirigir à mesa central para desenhar a meu modo as gravuras.

Sobre a mesa estava meu caderno de desenho, o gibi, lápis de cor e EU, impressionado, com toda a felicidade que o mundo depositou em mim. Meu irmão, certa hora, me observou e vendo que eu não estava lendo e nem desenhando um bonito desenho (puxa, juro que tentava dar o máximo de mim), exclamou que seria melhor eu ler do que desenhar. Estas palavras entraram em minha mente, mas não foi suficiente para me fazer parar de desenhar. Assim que acabei de desenhar, abri o gibi novamente em uma página qualquer e comecei a ler. Ainda me recordo desta frase que foi dita pelo Superman e a guardo até hoje: “-Ele, mesmo sem ter ossos duros e fortes como o aço e pele que nenhuma arma humana pode atravessar, foi defender o país. Será que se eu fosse normal eu iria?” A principio isto soou como uma covardia da parte dele, mas compreendo que seria arriscado demais ele se expor. O fato é que se depois que ele se mostrou como Superman para o povo americano, porque ainda continuaram com guerras??? (entre um país e outro).

A conclusão a que cheguei é que não importa o quanto você é diferente, ninguém nunca vai acreditar nem entender que você é capaz. Tanto é que depois inventaram a Liga da justiça que combateu uma guerra na Rússia e várias outras.

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Olhos fechados no refeitório

Postado em segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Aconteceu no refeitório de alguma escola que estudei antes desta que estou. Não me lembro ao certo todas as coisas que passavam em minha mente quando menor, mas lembro-me muito bem quando a escola que eu estudava empregou o agradecimento a todos os que contribuíam para o nosso alimento e pleno funcionamento das normas da escola. No primeiro dia não foi fácil, eu, pequeno Hobit ( como nos filmes ) branquelo, sempre ficava vermelho quando tinha que me expor ou me sentia exposto. Lembro-me que nestas horas todas as crianças fechavam os olhos e agradeciam, mas eu, eu as vezes abria os olhos e não rara as vezes encontrava alguém me olhando, talvez se perguntando porque aquele menino feio e bobo estava com os olhos abertos, quando todos os outros olhos estavam fechados... Bem, confesso que neste momento eu pensava “Não me olhe, não sei falar bem como os olhos abertos, não saberei falar com eles fechados” e mesmo assim alguns dos meus colegas me olhavam... Muitas vezes fiquei vermelho de vergonha ou até medo dele falar auto que meus olhos não estava fechados.

Hoje porém, aprendi que estando ou não com eles fechados, é possível agradecer por uma coisa boa. Não me arrependo de manter meus olhos abertos, enquanto todos procuravam algo (que eu acredito ser também DEUS) dentro de si, eu o encontrei olhando para fora, nas nuvens e na natureza que eu via pela janela do refeitório. Acredito que não importa o jeito como você pede as coisas, mas sim com qual intensidade que ela é pedida e assim que alcançada, a intensidade do seu agradecimento.

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A suave revolução das crianças

Postado em sexta-feira, 25 de julho de 2008

Lendo os capítulos anteriores a este, me pergunto a todo o momento: Será que se meus pais não tivessem me ensinado a ler desde meus primeiros anos de vida, eu não seria uma pessoa melhor, e, talvez eu nem tivesse estudado naquela escola?


No exterior, e no Brasil também, há pessoas que acreditam que ensinar crianças a ler desde pequenas é muito bom, há outras que não e outras que ajudam a fazer acontecer. Falo de crianças que aprenderam a ler, escrever e consequentemente a ser grandes pessoas e a superarem a todas as outras com poucos meses de vida. Há um livro chamado “Como ensinar seu filho a ler”, a princípio pensei que era um livro com muitos conceitos e teorias matemáticas e científicas em todos os termos e sentidos, mas lendo-o percebi que não era bem assim, ele trata a questão de forma bem natural e prática, ainda cita exemplos com muita energia positiva. Percebi o que já vem acontecendo a anos e poucos (as) reparam: alguns pais, sabem como fazer de tal forma que o (s) filho (s) cresce (m) um pouco e rapidamente aprende a ler e escrever e se tornam grandes mentes na sociedade, ( e ainda tem alguns que ficam invejando a vida desses que leem e compreendem). Infelizmente há pais que não se preocupam com nada, tão pouco seu (s) filhos, e ao invés de ensinar coisas produtivas e estimular bons hábitos preferem deixar os mesmos jogados na rua ou assistindo programas que não tem nenhum fim cultural e muitas vezes nem é voltado para este tipo de público, desta forma surge o adulto que joga o lixo no ladinho da calçada, e fala em alto e bom tom quando está bravo aquele PALAVRÃO.

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Pensando bem sobre o vegetalismo

Postado em quinta-feira, 24 de abril de 2008

Pensando bem... 
Eu estava lendo um jornal regional quando me deparei coma notícia de q Paul McCartney propôs ao mundo adotar a dieta vegetariana para salvar o mundo, mas péra ai, salvar o mundo?? É, foi isto que li. Então comecei a pensar: As geleiras então derretendo; algumas espécies de animas extintas e a vegetação nativa ou replantada de certas áreas do mundo estão sendo devastadas, como q isto ajudaria salvar o mundo. Convido-te a pensar comigo.
Vegetal vem de VERDE que por sinal lembra muuuuuuito vegetação. Do jeito que estamos hoje (cada um pode comer o que quiser), que os brasileiros estão desmatando hectares de terras, estão tbm acabando com a vegetação, tanto a que servirá p/ nosso futuro (árvores) quanto as coisas q nos alimentam, com o verde maior (as grandes árvores) para o cultivo de soja, e derivados p/ exportação e produção de biocombustível, então já da pra notar que, o que devemos ‘fazer’ é o contrário do q McCartney quer, devemos voltar a ser ‘canibais’ e/ou comer muita carne, assim diminuiremos o processo de desmatamento de áreas verdes, tbm diminuiremos o nº dos fatores q fazem o desmatamento ( fik a seu critério avaliar qm faz o desmatamento).

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Branco realmente traz paz?

Postado em segunda-feira, 21 de abril de 2008

Sim, é o que dizem as populares línguas pelo Brasil, se não pelo mundo não é...?
Pois bem, se branco trouxesse paz, não haveria tanta guerra criada por eles, esta foi a conclusão que cheguei ao ouvir um anúncio publicitário da CAIXA. Houve um tempo em a cor contava muito, inclusive acho q foi daí que veio a idéia de que as cores era assim ou asado. Por exemplo os brancos antigamente colocaram na cabeça de muitos esta idéia, só para poder falar ‘somos bons, afinal, branco traz paz!!!’ ou “tudo que é preto traz azar, mantenha-o longe de você, ou sobre teu comando”, mas veja bem, em certos momentos, branco me traz medo. Dizem que para ter paz é preciso relaxar, e para relaxar é preciso se sentir a vontade, eu me sinto a vontade quando durmo, e não posso dizer que é bom dormir quando está tudo branco, eu só alcanço uma certa paz quando a escuridão chega, invade meu quarto e me faz dormir, e a melhor cor para descrever a escuridão é “Preto” não é???... Então agora tenho a certeza que não só branco me traz paz, mas também preto, azul ( lindo azul, quanta paz já não senti ao olhar para o céu...!) amarelo, e outras cores mais. Veja você, será que ainda acredita realmente que só branco traz paz para você? E as pessoas que não conseguem ver todas as cores? Não se deixe levar pelo que os outros falam, seja você com a sua opinião.

Ainda bem que naquele tempo não existia EMO, se não eles inventariam uma ‘frase’ para eles, seguindo o mesmo padrão para as duas cores que mais se encontrava no Brasil: branco traz paz (mentira) e preto da azar (mentira) para os emos ‘roxo se transforma EMOcionalmente...’ EMOS que me perdoem, mas tudo pode ser. Ainda bem q esta fase já passou, e isto é só uma mísera opinião!

TUDO cabe em uma palavra